terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Da vinda II

Da coincidência, veio.
Era com urgência,
conhecer o underground da existência
que você dizia.
Eu que já não cria
e há muito não criava,
signifiquei.

Da vinda, não veio.
Agora é coincidência.
Entropia é poesia.
Nada é necessário,
você dizia.
Tudo que temos
é o que cremos,
se podemos criar.

4 comentários:

  1. Vivem em nós inúmeros
    Vivem em nós inúmeros
    Se penso ou sinto,ignoro
    Quem é que pensa ou sente.
    Sou somente o lugar
    Onde se sente ou pensa.
    Tenho mais almas que uma.
    Há mais eus do que eu mesmo.
    Existo todavia
    Indiferente a todos.
    Faço-os calar: Eu falo.
    Os impulsos cruzados
    Do que sinto ou não sinto
    Disputam em quem sou.
    Ignoro-os.Nada ditam
    A quem me sei.

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  2. O.O
    isso aí moça de cabeça de coméia!
    =D

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  3. Oi Raisa, Li seu blog todo...
    me encantei, não conhecia esse lado poético dessa minha amiga que eu prezo tanto!!!
    Tá vendo, sei escrever bonito tb...
    hahahahahahahahahahaha
    Beijos,
    Camilinha.

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  4. Seja bem vinda, Camila!
    Que legal você aqui, viu... gostei mesmo!
    rsrsrsrsrs

    Beijos!

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